Programas, Dicas de Informática e seus seguimentos

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

A escolha certa: como funcionam as nomenclaturas das placas de vídeo

Aprenda a analisar os nomes das placas gráficas e aproveite algumas dicas para não ficar pensando muito na hora de comprar uma nova.

No começo as placas de vídeo de alto valor não estavam presentes em muitos computadores. Na década de 90 ainda havia muito espaço para itens mais simples, como os que eram fornecidos pela Trident.
Todavia, com a chegada dos games tridimensionais de alta qualidade, as marcas NVIDIA e ATI ganharam destaque. O crescimento destas fabricantes resultou em progressos incríveis e também em muitos nomes e códigos, os quais foram criados para identificar as placas gráficas.
Atualmente, ambas competem num mesmo patamar e possuem diversas opções para todo tipo de usuário. A competição acirrada entre as duas gerou diversas tecnologias inovadoras e proveitosas. Todavia, também contribuiu para confundir ainda mais o consumidor que, muitas vezes, fica em dúvida quanto ao modelo que deve adquirir.
Considerando nossa proposta de facilitar o mundo da informática e tecnológico, hoje vamos abordar este assunto e mostrar que uma análise básica é bem simples de ser realizada. Enfim, vamos ao que interessa, boa leitura!
A Regra Básica

Nomenclaturas atuais

As placas gráficas mais potentes do momento são a AMD Radeon HD 6970 e a NVIDIA GeForce GTX 580. Justamente por este motivo optamos por utilizá-las como exemplos para nomenclatura.
Apesar de existirem leves diferenças nos nomes e códigos utilizados pelas fabricantes, é possível realizar uma análise única para interpretar como ambas nomeiam os tantos modelos de placas gráficas. Enfim, fica a sua escolha qual o nome você deseja decompor, em nosso exemplo vamos utilizar uma placa da AMD.
Ao decompor o nome AMD Radeon HD 6970, fica muito fácil entender o que cada parte significa. "AMD", evidentemente, é a fabricante do chip gráfico e da placa como um todo. Já o termo "Radeon HD" serve para identificar que a placa em questão é destinada para computadores desktops e notebooks.
AMD
Fonte da imagem: divulgação/AMD
Caso você acesse o site da AMD, vai reparar que eles separam as informações por cada geração de placa. As Radeons HD 6000 são as mais recentes, o que significa que o número 6 na nomenclatura serve apenas para identificar a geração da placa (no caso da NVIDIA GeForce GTX 580, o número 5 representa a geração).
Evidentemente, uma geração não é composta por uma única linha de placas, justamente porque existem diferentes tipos de consumidores. A série 6900 é voltada para os usuários mais exigentes, os quais buscam por alto desempenho em todas as atividades.
AMD Radeon
Fonte da imagem: divulgação/AMD
Assim sendo, o segundo número da nomenclatura serve para indicar a série e o fator principal de desempenho. Isto se aplica as outras placas da AMD, no caso da Radeon HD 6870, o número 8 indica que ela é mais fraca que a Radeon HD 6970 (para as placas GeForce vale o mesmo, por exemplo: uma GTX 580 é mais potente que uma GTX 560).
Por fim, temos de identificar o “diferenciador secundário de desempenho” da placa gráfica. No caso da AMD Radeon HD 6970, esta característica é indicada pelo terceiro e quarto dígitos na nomenclatura. Para as GeForce vale o mesmo, mas o terceiro digito vai mudar de 0 para 5, de modo que uma GTX 285 é mais forte que uma GTX 280.
AMD Radeon HD 6970Vamos exemplificar com uma placa AMD: a placa Radeon HD 6950 é mais fraca que a Radeon HD 6970, pois ainda que ambas sejam da mesma geração (indicado pelo número 6) e de alto desempenho (indicado pelo número 9), o diferenciador secundário de desempenho nos permite identificar qual é mais forte.
Resumindo:
  • "AMD": fabricante;
  • "Radeon HD": tipo da placa;
  • "6": geração;
  • "9": série e desempenho;
  • "70": diferenciador secundário de desempenho.

Classificando as placas gráficas

Como você pôde notar acima, a nomenclatura possibilita classificar as placas de vídeo de uma fabricante em ordem do maior desempenho para o menor. Claro que isto não é o suficiente para ter certeza de que um modelo oferece melhores gráficos do que outro, mas serve como um comparativo básico.
Normalmente a separação de placas de vídeo é realizada em três principais grupos: Low End (Aceleração 3D básica), Mid End (Intermediária) e High End (Alto Desempenho). Toda placa lançada vai se encaixar em uma destas categorias e o mais interessante é que é possível descobrir o grupo ao qual elas pertencem apenas analisando a nomenclatura.
Agora que você sabe o que cada número representa no código dos componentes, pode utilizar este conhecimento para realizar a classificação das placas gráficas. Caso você não lembre, o segundo dígito é que determina a série e nível de desempenho.
Muitas placas... modelos que não acabam mais
Fonte da imagem: reprodução do site AMD Game
Sendo assim, basta utilizá-lo para comparar diversos modelos. Para encaixar cada placa em um dos grupos supracitados, basta saber como cada placa entra em uma categoria. Para que um modelo pertença à classe “High End”, o segundo dígito deve ser o 9 ou o 8.
As placas “Mid End” têm em sua nomenclatura os números 7 ou 6 como segundo dígito. Vale salientar que a placa NVIDIA GeForce GTX 570 se encaixa entre as placas Mid End e High End. Esta placa é uma exceção, mas pode ser que a NVIDIA adote este padrão para gerações de placas futuras.
E os modelos “Low End” são todos que têm como segundo digito os números 2, 3, 4, ou 5. Sabendo disso, fica muito fácil escolher uma placa de vídeo nova, pois você não precisa ler uma enormidade de análises ou ficar pesquisando muito nos sites das fabricantes.
Resumindo:
  • G9XX ou G8XX / G9X ou G8X: alto desempenho;
  • G7XX ou G6XX / G7X ou G6X: desempenho intermediário;
  • G5XX, G4XX, G3XX ou G2XX / G5X, G4X, G3X ou G2X: aceleração 3D básica.
Nota: G representa a geração e X é o diferenciador secundário de desempenho.

Na hora de comprar

Muito bem, agora que você já sabe, basicamente, como funciona a nomenclatura das placas de vídeo, talvez deva conhecer como as placas são comercializadas. Primeiro que, dificilmente, a AMD e NVIDIA comercializam placas diretamente para o consumidor. Normalmente, as placas a que você tem acesso são de montadoras (parceiras) das fabricantes.
O que isso quer dizer? De modo geral, a NVIDIA e a AMD fabricam os processadores e fornecem-nos para montadoras diversas (como a Sapphire, a XFX, a ASUS e outras). Acontece que estas empresas costumam oferecer placas baseadas em uma mesma GPU, mas com leves diferenças nas frequências (algumas utilizam overclock), na quantidade de memória, na refrigeração e em diversos outros fatores.
As parceiras das fabricantes costumam aumentar a nomenclatura, incutindo detalhes e códigos para que o consumidor note diferenças com as placas de marcas concorrentes. Isto quer dizer que ao comprar uma AMD Radeon HD 6950, você possivelmente vai encontrar uma placa com o seguinte nome:
  • XFX Radeon HD6950 2GB 256-bit GDDR5 PCI-Express 2.1 x16 HD-695A-CNFC - BOX
XFX Radeon HD6950
Fonte da imagem: divulgação/XFX
Nome grande, não é mesmo? Não precisa ficar assustado, pois a decomposição é bem fácil, veja:
  • "XFX" designa qual é a montadora da placa;
  • "Radeon HD6950" indica o modelo base e a nomenclatura principal;
  • "2 GB" é a quantidade de memória;
  • "256-bit" é a largura de banda da memória;
  • "GDDR5" é o tipo da memória;
  • "PCI-Express 2.1 x16" é o tipo do slot da placa;
  • "HD-695A-CNFC" é o código da placa (o qual é utilizado pela XFX);
  • "BOX" significa que a placa vem na caixa, ou seja, é um componente novo destinado ao consumidor final.
Ao adquirir uma placa gráfica nova, você primeiramente deve estar atento ao seguinte: a geração a que ela pertence. De nada adianta você adquirir uma placa de alto desempenho antiga que ainda dê suporte apenas ao DirectX 9.0c. Não que esta tecnologia já esteja abandonada, mas a tendência é a substituição pelo DirectX 10 e 11. Portanto, fique de olho no na nomenclatura.
Outro fator que deve ser observado durante a compra diz respeito à quantidade de memória. Normalmente, 512 MB deve garantir ótimos gráficos, todavia, optar por um modelo com 1 ou 2 GB pode ser uma ótima aquisição.
Além disso, é preciso estar atento à largura de banda da memória. Placas com 256-bit ou mais são as melhores, mas caso você queira uma placa intermediária, um modelo com largura de banda de 128-bit já deve proporcionar ótimas experiências.
GDDR5
Fonte da imagem: reprodução/The Inquirer
Vale lembrar que o mais importante é observar o tipo de memória, pois este sim garante diferenças durante os games. O mais indicado é adquirir uma placa com memória do tipo GDDR5, mas se o modelo escolhido não tiver este tipo de memória, certifique-se de que ao menos a placa conte com memória GDDR, pois algumas ainda utilizam chips DDR, os quais são mais lentos.

Nomenclaturas, sufixos e prefixos anteriores

Muito bem, para você conhecer um pouco mais, nada melhor do que algumas curiosidades e informações extras. Apesar de já termos mostrado o principal sobre as nomenclaturas, alguns prefixos e sufixos utilizados anteriormente podem ser úteis para momentos em que você deseje comprar uma placa gráfica de gerações passadas. Vamos aos principais termos:
SE (Second Edition): certos modelos da ATI traziam este sufixo como parte da nomenclatura. As placas Second Edition eram modelos idênticos aos comuns, mas a interface da memória tinha a metade dos bits. Exemplo: Radeon 9550 SE (operava com 64 bits, em vez de 128 como a Radeon 9550).
Radeon 9550 SE
Fonte da imagem: reprodução/Newegg.com
LE - placas GeForce (Low ou Light Edition): algumas placas da NVIDIA contavam com este sufixo, o qual indicava uma placa idêntica à versão comum, mas com frequências do processador e da memória mais baixas (como aconteceu com a GeForce FX 5700LE).
LE - placas Radeon (Limited Edition): sufixo utilizado por algumas montadoras (como a ASUS) para designar que determinado modelo possui poucos modelos e tem especificações acima do normal — como é o caso da ASUS Ares, a qual conta com duas GPUs AMD Radeon HD 5870.
ASUS Ares
Fonte da imagem: divulgação/ASUS
GX2: este sufixo foi utilizado em poucas placas da NVIDIA e era aplicado somente em modelos que contavam com duas GPUs idênticas (como a GeForce 7950 GX2).
Ultra: este termo era utilizado para designar que determinada placa tinha as frequências de memória e processador mais altas do que a da placa de referência (caso da GeForce FX 5800 Ultra). Aliás, o termo “Ultra” só era utilizado em último caso, pois placas deste tipo eram as mais robustas de uma determinada série.
Detalhe: vale lembrar ainda que existiram placas do tipo Ultra Extreme, quando a NVIDIA lançava algum modelo para competir com uma placa da ATI que apresentasse desempenho superior à placa Ultra.
Ti: placas com este sufixo contam com processadores shaders programáveis, os quais garantem uma força extra na hora de trabalhar com jogos que requisitem grande processamento de sombras (este é o caso da nova GeForce GTX 560 Ti).
GeForce GTX 560Ti
Fonte da imagem: divulgação/NVIDIA
GT – GTO – GTS – GTX: de maneira geral, a NVIDIA foi a marca que mais utilizou estes sufixos (que agora servem também como prefixos). Todos eles serviam para indicar a superioridade quando era feito uma comparação com a placa comum. A placa GeForce 9800, por exemplo, recebeu versões GT, GTS e GTX. A fabricante não informa ao que se refere estas letras, mas muita gente acredita que seja um termo para relembrar os carros do tipo "GT", os quais apresentam alta potência.
Nota: atualmente a NVIDIA utiliza estes prefixos apenas para deixar o nome chamativo. Pode-se reparar tal detalhe ao analisar a GeForce GTX 580. Se você conferir no site oficial da fabricante, não há uma GeForce 580 — que seria a versão comum —, o que significa que a GTX 580 não é uma versão "turbinada" (ainda que seja uma das mais rápidas atualmente).

Nomenclaturas que não acabam mais...

Bom, agora que você já conhece a regra básica para nomenclaturas, pode identificar e analisar os principais modelos de placas gráficas. Claro que alguns modelos fogem à regra, no entanto, as fabricantes não param de criar novas GPUs, portanto, para que você fique sempre por dentro deste assunto, deve acompanhar os lançamentos e notícias sobre as placas.
O Baixaki informa você diariamente sobre as placas de vídeo da AMD e da NVIDIA, por isso, procure acompanhar nosso site para saber dos novos modelos e de possíveis mudanças nas nomenclaturas. Você tem alguma informação para acrescentar? Gostou do artigo? Deixe seu comentário!

7 Coisas que você não sabia sobre vírus

As maiores pragas virtuais do mundo
Você se considera um verdadeiro mestre em segurança digital? Mesmo que a resposta seja “sim”, há muito sobre vírus e outros malwares (clique aqui e saiba tudo sobre esse e outros termos) que pouca gente conhece. Por isso, está na hora de conferir este artigo que o Tecmundo preparou para explicar a você, um pouco mais sobre esse curioso (e perigoso) mundo das pragas virtuais.
Confira as nossas dicas para conhecer um pouco mais sobre os arquivos maliciosos e saiba também que nem sempre basta possuir um antivírus atualizado e um firewall poderoso para estar completamente livre de ameaças.

1)Infecções não acontecem só com os outros

Não é difícil encontrar quem ache que as pragas virtuais só atingem os computadores dos amigos. Infelizmente isso é não é verdade, pois, como sabemos, todas as máquinas estão igualmente sujeitas a invasões ou contaminações. Por isso, é necessário que exista uma conscientização por parte dos usuários em relação às formas de utilização. Pode-se dizer até que alguns dogmas devem ser deixados de lado.

2) Mac e Linux também possuem vírus

Se você não utiliza o sistema operacional Windows, pode ficar um pouco mais tranquilo, mas isso não significa que descuidar completamente dos perigos existentes na internet é uma boa ideia. Dizer que o Mac OS X é invulnerável deixou de ser verdade há alguns anos. O mesmo se aplica às diversas distribuições do Linux, que podem ser muito estáveis, mas não são indestrutíveis.
Estima-se que aproximadamente 99% de todos os códigos maliciosos encontrados na internet foram criados para atingir o sistema operacional da Microsoft. O principal motivo para isso é a parcela de mercado ocupada pelo software (mais de 90% em todo o mundo), o que incentiva os crackers a encontrarem formas de burlá-lo.
Macs também são vulneráveis
É preciso lembrar que usuários maliciosos são movidos por seus egos. Quanto mais visível estiver o trabalho deles, mais satisfeitos ficam. Por isso há menos “glamour” em criar vírus ou outros malwares para os sistemas Mac e Linux. Com a crescente popularização destes, os perigos aumentam na mesma proporção.

Vulnerabilidades variam em cada SO

Como todos os sistemas operacionais são criados com suas próprias linhas de comando e outras peculiaridades, suas falhas também são únicas e não são repetidas em outros programas. Sabendo disso, ficam claros os motivos para que os vírus criados para Windows não sejam ameaças para outros sistemas operacionais.

3) Malwares vivem em ecossistemas

Pode parecer que os vírus são apenas arquivos sendo executados isoladamente, mas a verdade é outra. Vírus, trojans, worms e outros malwares trabalham de maneira complementar nos computadores. Por exemplo: um trojan armazenado em uma máquina pode ser ativado para que uma porta seja aberta. Assim, outras pragas podem entrar ou um cracker pode assumir o controle.
Outro tipo de invasão que ocorre com frequência pode ser exemplificada da seguinte maneira: arquivos maliciosos desativam apenas setores de firewalls, assim os computadores não emitem alertas de desativação da proteção residente e os crackers podem infectar os discos rígidos com mais vírus.

Eles vêm de muitos lugares

Já não é mais possível pensar que os vírus só são encontrados em páginas de conteúdo adulto ou ilegal, pois eles estão em todos os lugares. Hoje, um dos maiores disseminadores de pragas virtuais são os pendrives. Em faculdades, escolas ou empresas, pendrives são "espetados" em máquinas infectadas e assim começa uma "epidemia".
Infecções por pendrives
Não podemos nos esquecer dos emails contaminados, frutos de contas invadidas ou listas de contatos perdidas. Com eles são repassados milhões de arquivos ou links infectados, todos os dias. Ressaltamos: é extremamente importante tomar cuidado com todos os tipos de mensagens abertas e mídias inseridas nos computadores.

4) Computadores podem ser zumbis

Pois é, você não leu errado. Há um tipo de praga virtual conhecido como botnet, que transforma os computadores infectados em computadores zumbis. Essas máquinas podem ser controladas remotamente por crackers que desejam retransmitir informações para servidores remotos ou para despistar possíveis rastreios em casos de invasão de computadores ou sistemas.

5) Phishing é a nova ameaça

Depois do famoso vírus “I Love You”, surgiu uma enorme gama de novos malwares que também traziam nomes atraentes, o que estimulava os usuários a clicarem em emails contaminados. Hoje os arquivos maliciosos vivem um período semelhante, mas a onda do momento é a prática do Phishing.
Fonte da imagem: Symantec
É necessário tomar muito cuidado, pois esses arquivos maliciosos são distribuídos disfarçados, geralmente com um design muito parecido com o original. É muito comum que usuários mal-informados acabem clicando sobre os links que redirecionam para endereços infecciosos. Lembre-se sempre de que bancos jamais enviam emails com links para alteração de cadastro ou informações parecidas.

6) Não é recomendado possuir mais de um antivírus

Pode parecer que utilizar dois softwares de proteção contra vírus é uma ótima ideia, mas a verdade é justamente o oposto. Em vez de duplicar a proteção, há dois problemas muito grandes que são originados com essa prática. O primeiro deles é a possibilidade do surgimento de conflitos entre os aplicativos, resultando em brechas no sistema.
O outro é menos prejudicial para os sistemas operacionais, mas também pode incomodar bastante. Devido ao grande volume de informações sendo computadas, há uma sobrecarga da memória RAM e também do processador, o que pode originar lentidão nas máquinas e até mesmo alguns travamentos, dependendo do caso.

Há como verificar arquivos online

Você já teve a sensação de estar com o computador infectado? Depois de varrer todo o computador, o seu antivírus disse que não há problemas e mesmo assim você ainda teme pela segurança da máquina? Então está na hora de conhecer algumas ferramentas online que garantem uma segunda opinião para seu sistema.
Análises online
Com softwares de varredura online, é possível realizar uma verificação completa em seu computador, incluindo discos removíveis. Mas se a sua vontade é saber sobre algum determinado arquivo, a melhor escolha é o VirusTotal. Essa ferramenta (utilizada pelos analistas do Baixaki) verifica arquivos de até 100 MB com todos os principais antivírus da atualidade.

Atualizações são úteis

Você sabe para que servem as atualizações? É muito simples: quando um programa é desenvolvido, ele é criado com as aplicações de segurança necessárias para que os usuários sejam protegidos. O problema é que surgem novos arquivos maliciosos e então é necessário que as desenvolvedoras criem melhorias em seus sistemas: são as atualizações.
Isso não vale apenas para os antivírus, mas também para outros programas, principalmente aqueles que possuem conexão com a internet. Atualizando os aplicativos, você está evitando que várias brechas de segurança fiquem expostas em seu computador.

7) O melhor antivírus é você

Isso não deve ser novidade, afinal de contas, todas as dicas que demos neste artigo são relacionadas a cuidados na utilização. Mesmo assim, vamos ressaltar alguns pontos muito importantes. De nada adianta possuir antivírus poderosos se o usuário não os atualiza sempre que preciso. Também não adianta um firewall se não há cuidados com cliques.
Todo cuidado é pouco
Não é exagero dizer que nós somos os únicos antivírus realmente confiáveis que existem. Lembre-se sempre de seguir os passos de segurança para que você possa navegar tranquilamente pela internet. Mantenha sempre seus aplicativos atualizados e tome cuidado com o que visita. Sendo consciente, é muito difícil ser infectado (clique aqui para conhecer os piores hábitos que podemos ter na web).
.....
Você já conhecia essas informações que o Tecmundo trouxe neste artigo? Aproveite o seu espaço de comentários para dizer o que pensa a respeito desse mundo dos vírus e de outras pragas virtuais. Leia também este artigo para saber a importância dos hackers no mundo tecnológico.

PASTAS DO WINDOWS COLORIDAS

O Folder Colorizer é uma ferramenta que faz muito sucesso entre os usuários do Baixaki. Com ele, você pode personalizar rapidamente as cores de vários diretórios do Windows, deixando o sistema operacional com um visual bem mais alegre e divertido. O Tecmundo preparou este tutorial para ensinar o usuário a utilizar todas as ferramentas oferecidas e tirar o máximo proveito da aplicação.

Pré-requisitos

Antes de prosseguir com a leitura do tutorial, é preciso instalar o Folder Colorizer em sua máquina. Dessa forma fica bem mais fácil seguir as instruções presentes nos passos a seguir. Pintando o sete
A instalação do Folder Colorizer segue o mesmo padrão das demais aplicações para o Windows. Assim, o usuário não deve encontrar problema algum na execução dessa tarefa. Uma vez que o processo tenha sido finalizado, você já pode começar a colorir as pastas presentes no disco rígido.

Registro gratuito

Ao executar as tarefas do Folder Colorizer pela primeira vez, uma mensagem de registro será exibida. Não precisa se preocupar, pois o programa é totalmente gratuito. Os desenvolvedores pedem apenas que você insira um endereço de email para receber as novidades da aplicação em primeira mão.

Uma vez que você digite um email válido no campo correspondente e finalize o processo de cadastro, as funcionalidades da aplicação são rapidamente liberadas e você pode aproveitar os recursos sem problemas.

Hora de colorir

O acesso às opções da aplicação é feito por meio do menu de contexto. Clique com o botão direito do mouse sobre a pasta que deseja modificar e selecione a opção “Colorize!”. Agora, é só escolher uma cor para ser aplicada no diretório. Pronto! O item é modificado rapidamente e deixa o visual do sistema bem mais divertido.

Aumentando a paleta

Nem todas as cores oferecidas pelo Folder Colorizer são agradáveis. Mas isso não é um problema, já que o programa permite que você escolha outras tonalidades para pintar as pastas do seu sistema.
Para ter acesso a essa funcionalidade, é só clicar com o botão direito do mouse sobre um diretório, escolher a opção “Colorize!” novamente e, por fim, clicar em “Colors...”. Na tela que surgir, selecione qualquer cor na paleta exibida no canto inferior direito.

Uma prévia de como a coloração será apresentada nas pastas é exibida logo ao lado, bem como o nome da matiz selecionada. Para que a nova opção seja mostrada no menu de contexto, clique em “+Add color”.
Na mesma tela o usuário pode ainda apagar algumas cores. É só passar o mouse sobre um dos itens da lista e clicar sobre o “X” que é exibido, como mostra a imagem abaixo. Assim fica mais fácil encontrar a cor desejada na hora de personalizar as pastas.

.....
Agora que você já sabe como usar o Folder Colorizer, aproveite para colorir as pastas do computador e tirar o Windows da mesmice. Não se esqueça de comentar o artigo, enviando opiniões e dúvidas. E fique ligado no EZHELP para mais dicas de tecnologia.

SERIAIS WINXP,WIN-SEVEN-ULTIMATE,OFFICE 2007

Uma lista com vários seriais do Windows XP.
QW4HD-DQCRG-HM64M-6GJRK-8K83T
PQTHM-RWBHR-3BPVW-TFB22-V8HXQ
Q6TD9-9FMQ3-FRVF4-VPF7Y-38JV3
KQC2B-X683R-2CDXT-PQ7HQ-47MPT
JFQYM-YJQFQ-VBRCY-4VV7W-QRXBY
KMTTB-68H32-8MKRK-GBHKT-RKCP6
CX7DD-4GX4Y-BTTR4-H88Y7-GQPWQ
XP8BF-F8HPF-PY6BX-K24PJ-TWT6M
8RCKG-36TH8-VWBGK-T3CB6-RHG48
7G4H4-T4XXW-BVXTH-4QP4V-9CV28
PG274-383QX-6C32H-P8RWC-48M4Q
CWY3F-JGYHJ-W6KBG-3VYK7-DGG7M
X6YWJ-M4TG2-DPGWJ-QCFR8-927M6
QCP6D-7VGVJ-JBKB4-DQMB2-9GTJ3
F7GV4-B7JGY-Q2KQW-6R8BM-FR8D6
HFVK4-TFWFG-4JKDH-H3FTT-8B23W
HRPR7-WGJFC-VPHRB-XVFRW-2KPWY
V3V63-3QW2G-JMFBY-8F4CM-PDMQW
WX736-8YJCM-2JW33-4KJGY-XCDJ6
CQKYH-GKDJC-MJTWP-FPTJX-PKK23
CHYVW-V63RT-67XVC-XJ4VC-M3YWD
XMDCV-2TJMR-7JD66-YTVMK-V7PBD
RQHFJ-X47QJ-G2XKK-WYQ8P-7W6RG
X6MYY-6BH3T-YRBT8-H8YPH-RG68T
KVXQ3-RVQFG-FW8KC-2QYC6-67WCD
KMM7J-FCXMM-WV8PG-6FQMD-CPTQD
D6T24-3FBGM-WTDG8-6Y3WP-77QRJ
V88FQ-MFFRR-8D2VY-PG87J-FG7PY
XK39D-3PDMC-JMMDK-X8T8M-77YVM
6G3J7-R Q233-FJGHD-GKYP4-QGKPG
BKRFY-XPMQP-Y8PTW-BP6JM-B76FJ
GP7DR-2T2CQ-JYW2M-DXTMG-DTQWY
YWVHF-GT3M6-3QYB2-FCYCH-X47PQ
QJ68H-G7T8R-WFR77-D8X8Y-VJ398
6KYDY-JT4MB-6V3JQ-4KKFG-P6C63
6JQPJ-84CFG-JCBQP-PVRJP-9G24Q
MQ8JV-XXKVG-DB8V3-67WJB-RCB6W
J3T66-JTP72-TGT7H-PMMWH-XM4K3

 Microsoft Office 2007 Serial keys

SERIAL WIN SEVEN

Windows 7 Beta Ultimate 32-Bit (X86) Serial / Chaves
4HJRK-X6Q28-HWRFY-WDYHJ-K8HDH
QXV7B-K78W2-QGPR6-9FWH9-KGMM7
6JKV2-QPB8H-RQ893-FW7TM-PBJ73
TQ32R-WFBDM-GFHD2-QGVMH-3P9GC
GG4MQ-MGK72-HVXFW-KHCRF-KW6KY

Windows 7 Beta Ultimate 64-Bit (X64) Serial / Chaves
JYDV8-H8VXG-74RPT-6BJPB-X42V4
D9RHV-JG8XC-C77H2-3YF6D-RYRJ9
7XRCQ-RPY28-YY9P8-R6HD8-84GH3
JYDV8-H8VXG-74RPT-6BJPB-X42V4
482XP-6J9WR-4JXT3-VBPP6-FQF4M

SERIAL  XP SP3 : THMPV-77D6F-94376-8HGKG-VRDRQ

DDY79-433JV-2RXGX-MQFQP-PFDH8
WRGJQ-2J2HB-8XP8D-6J2YK-BMFFD
DDY79-433JV-2RXGX-MQFQP-PFDH8
WRGJQ-2J2HB-8XP8D-6J2YK-BMFFD
HX2HC-MJM6Q-4487F-23FMP-9VKV8
HX2DJ-36TJX-CRVRJ-C72Q8-CJTBQ
V82W3-BM72R-XRHWG-CP69F-4FPMT
VHGFG-FVMY3-HHP46-RXVDJ-8R6BY
TC2QP-QBCP7-WQ62V-WBF92-WWG73
WQ27D-PY77P-R9CQK-MCPPB-QGJYQ
DDY79-433JV-2RXGX-MQFQP-PFDH8
WRGJQ-2J2HB-8XP8D-6J2YK-BMFFD
DDY79-433JV-2RXGX-MQFQP-PFDH8
WRGJQ-2J2HB-8XP8D-6J2YK-BMFFD
HX2HC-MJM6Q-4487F-23FMP-9VKV8
HX2DJ-36TJX-CRVRJ-C72Q8-CJTBQ
V82W3-BM72R-XRHWG-CP69F-4FPMT
VHGFG-FVMY3-HHP46-RXVDJ-8R6BY
TC2QP-QBCP7-WQ62V-WBF92-WWG73
WQ27D-PY77P-R9CQK-MCPPB-QGJYQ
DDY79-433JV-2RXGX-MQFQP-PFDH8
WRGJQ-2J2HB-8XP8D-6J2YK-BMFFD
DDY79-433JV-2RXGX-MQFQP-PFDH8
WRGJQ-2J2HB-8XP8D-6J2YK-BMFFD
HX2HC-MJM6Q-4487F-23FMP-9VKV8
HX2DJ-36TJX-CRVRJ-C72Q8-CJTBQ
V82W3-BM72R-XRHWG-CP69F-4FPMT
VHGFG-FVMY3-HHP46-RXVDJ-8R6BY
TC2QP-QBCP7-WQ62V-WBF92-WWG73
WQ27D-P Y77P-R9CQK-MCPPB-QGJYQ
DDY79-433JV-2RXGX-MQFQP-PFDH8
WRGJQ-2J2HB-8XP8D-6J2YK-BMFFD
DDY79-433JV-2RXGX-MQFQP-PFDH8
WRGJQ-2J2HB-8XP8D-6J2YK-BMFFD
HX2HC-MJM6Q-4487F-23FMP-9VKV8
HX2DJ-36TJX-CRVRJ-C72Q8-CJTBQ
V82W3-BM72R-XRHWG-CP69F-4FPMT
VHGFG-FVMY3-HHP46-RXVDJ-8R6BY
TC2QP-QBCP7-WQ62V-WBF92-WWG73
WQ27D-PY77P-R9CQK-MCPPB-QGJYQ
DDY79-433JV-2RXGX-MQFQP-PFDH8
WRGJQ-2J2HB-8XP8D-6J2YK-BMFFD
DDY79-433JV-2RXGX-MQFQP-PFDH8
WRGJQ-2J2HB-8XP8D-6J2YK-BMFFD
HX2HC-MJM6Q-4487F-23FMP-9VKV8
HX2DJ-36TJX-CRVRJ-C72Q8-CJTBQ
V82W3-BM72R-XRHWG-CP69F-4FPMT
VHGFG-FVMY3-HHP46-RXVDJ-8R6BY
TC2QP-QBCP7-WQ62V-WBF92-WWG73
WQ27D-PY77P-R9CQK-MCPPB-QGJYQ
DDY79-433JV-2RXGX-MQFQP-PFDH8
WRGJQ-2J2HB-8XP8D-6J2YK-BMFFD
DDY79-433JV-2RXGX-MQFQP-PFDH8
WRGJQ-2J2HB-8XP8D-6J2YK-BMFFD
HX2HC-MJM6Q-4487F-23FMP-9VKV8
HX2DJ-36TJX-CRVRJ-C72Q8-CJTBQ
V82W3-BM72R-XRHWG-CP69F-4FPMT
VHGFG-FVMY3-HHP46-RXVDJ-8R6BY
TC2QP-QBCP7-WQ62V -WBF92-WWG73
WQ27D-PY77P-R9CQK-MCPPB-QGJYQ
DDY79-433JV-2RXGX-MQFQP-PFDH8
WRGJQ-2J2HB-8XP8D-6J2YK-BMFFD
DDY79-433JV-2RXGX-MQFQP-PFDH8
WRGJQ-2J2HB-8XP8D-6J2YK-BMFFD
HX2HC-MJM6Q-4487F-23FMP-9VKV8
HX2DJ-36TJX-CRVRJ-C72Q8-CJTBQ
V82W3-BM72R-XRHWG-CP69F-4FPMT
VHGFG-FVMY3-HHP46-RXVDJ-8R6BY
TC2QP-QBCP7-WQ62V-WBF92-WWG73
WQ27D-PY77P-R9CQK-MCPPB-QGJYQ
DDY79-433JV-2RXGX-MQFQP-PFDH8
WRGJQ-2J2HB-8XP8D-6J2YK-BMFFD
DDY79-433JV-2RXGX-MQFQP-PFDH8
WRGJQ-2J2HB-8XP8D-6J2YK-BMFFD
HX2HC-MJM6Q-4487F-23FMP-9VKV8
HX2DJ-36TJX-CRVRJ-C72Q8-CJTBQ
V82W3-BM72R-XRHWG-CP69F-4FPMT
VHGFG-FVMY3-HHP46-RXVDJ-8R6BY
TC2QP-QBCP7-WQ62V-WBF92-WWG73
WQ27D-PY77P-R9CQK-MCPPB-QGJYQ
DDY79-433JV-2RXGX-MQFQP-PFDH8
WRGJQ-2J2HB-8XP8D-6J2YK-BMFFD
DDY79-433JV-2RXGX-MQFQP-PFDH8
WRGJQ-2J2HB-8XP8D-6J2YK-BMFFD
HX2HC-MJM6Q-4487F-23FMP-9VKV8
HX2DJ-36TJX-CRVRJ-C72Q8-CJTBQ
V82W3-BM72R-XRHWG-CP69F-4FPMT
VHGFG-FVMY3-HHP46-RXVDJ-8R6 BY
TC2QP-QBCP7-WQ62V-WBF92-WWG73
WQ27D-PY77P-R9CQK-MCPPB-QGJYQ
DDY79-433JV-2RXGX-MQFQP-PFDH8
WRGJQ-2J2HB-8XP8D-6J2YK-BMFFD
DDY79-433JV-2RXGX-MQFQP-PFDH8
WRGJQ-2J2HB-8XP8D-6J2YK-BMFFD
HX2HC-MJM6Q-4487F-23FMP-9VKV8
HX2DJ-36TJX-CRVRJ-C72Q8-CJTBQ
V82W3-BM72R-XRHWG-CP69F-4FPMT
VHGFG-FVMY3-HHP46-RXVDJ-8R6BY
TC2QP-QBCP7-WQ62V-WBF92-WWG73
WQ27D-PY77P-R9CQK-MCPPB-QGJYQ
DDY79-433JV-2RXGX-MQFQP-PFDH8
WRGJQ-2J2HB-8XP8D-6J2YK-BMFFD
DDY79-433JV-2RXGX-MQFQP-PFDH8
WRGJQ-2J2HB-8XP8D-6J2YK-BMFFD
HX2HC-MJM6Q-4487F-23FMP-9VKV8
HX2DJ-36TJX-CRVRJ-C72Q8-CJTBQ
V82W3-BM72R-XRHWG-CP69F-4FPMT
VHGFG-FVMY3-HHP46-RXVDJ-8R6BY
TC2QP-QBCP7-WQ62V-WBF92-WWG73
WQ27D-PY77P-R9CQK-MCPPB-QGJYQ
VHGFG-FVMY3-HHP46-RXVDJ-8R6BY
TC2QP-QBCP7-WQ62V-WBF92-WWG73
WQ27D-PY77P-R9CQK-MCPPB-QGJYQ
DDY79-433JV-2RXGX-MQFQP-PFDH8
WRGJQ-2J2HB-8XP8D-6J2YK-BMFFD
DDY79-433JV-2RXGX-MQFQP-PFDH8
WRGJQ-2J2HB-8XP8D-6J2YK-BMFFD
HX2H C-MJM6Q-4487F-23FMP-9VKV8
HX2DJ-36TJX-CRVRJ-C72Q8-CJTBQ
V82W3-BM72R-XRHWG-CP69F-4FPMT
VHGFG-FVMY3-HHP46-RXVDJ-8R6BY
TC2QP-QBCP7-WQ62V-WBF92-WWG73
WQ27D-PY77P-R9CQK-MCPPB-QGJYQ
DDY79-433JV-2RXGX-MQFQP-PFDH8
WRGJQ-2J2HB-8XP8D-6J2YK-BMFFD
DDY79-433JV-2RXGX-MQFQP-PFDH8
TC2QP-QBCP7-WQ62V-WBF92-WWG73
WQ27D-PY77P-R9CQK-MCPPB-QGJYQ

CHKDSK

CHKDSK é o sucessor do antigo Scandisk,
utilitário muito usado nos antigos Windows. o CHKDSK,
assim como seu antecessor, procura e corrige erros nos arquivos do seu disco rígido. Embora o uso de partição NTFS dê segurança total aos arquivos armazenados no disco rígido,
a verificação de dados via CHKDSK é sempre recomendável para garantir uma melhor performance.
A sintaxe é:
chkdsk [volume:][[caminho] nome_de_arquivo] [/f] [/v] [/r] [/x] [/i] [/c] [/l[:tamanho]]

Bem no caso das opções específicas que vc tem dúvida:

/f - Corrige erros no disco. O disco deve ser bloqueado. Se chkdsk não puder bloquear a unidade, será exibida uma mensagem perguntando se você deseja verificar a unidade na próxima vez que reiniciar o computador. 

/p - Não conheço nenhuma referencia com a opção /p. Existe?

/r - Localiza setores defeituosos e recupera informações legíveis. O disco deve ser bloqueado. 

Arranca com o CD do XP.
Selecciona o "R" para reparar.
Ficas na prompt.
Escreve CHKDSK /F
O chkdsk vai reparar
No fim do teste escreve EXIT e isso vai fazer um REBOOT e
o problema está resolvido.
XP de novo a trabalhar.