Programas, Dicas de Informática e seus seguimentos

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

PAINEL FRONTAL


Instalando os botões principais e seus respectivos leds
Vamos começar pelos fios “principais”. Primeiramente, localize os fios presentes no painel frontal de seu gabinete. Por padrão, os mais comuns costumam ser o do Power, Reset, Led do Power e Led do Disco Rígido (HDD). Na figura abaixo, eles estão identificados como Power SW, Reset SW, Power LED (+ e -) e HDD LED.
Conectores da chave power, reset e seus respectivos leds.
Em seguida, procure na placa mãe de seu computador os conectores nos quais estes fios devem ser plugados. Se não houver uma identificação na placa, procure-a no manual
Imagem dos conectores frontais em uma placa mãe

Feito isto, basta ligar os fios em seus respectivos conectores na placa mãe (normalmente o lugar de encaixe está identificado na placa mãe). Algumas placas possuem cores variadas em seus conectores, mas nem sempre isto pode ser levado em conta, pois na maioria dos casos estas cores não coincidem com as dos fios do gabinete.
Fios power, reset e leds devidamente conectados na placa mãe

Lembre-se de dispensar uma atenção especial à polaridade dos fios, conectando conforme a marcação de positivo e negativo (+ e -) na placa mãe. Fios brancos e pretos costumam ser negativos, mas em caso de dúvidas é sempre recomendado verificar no manual do gabinete.
Instalando portas USB
Os gabinetes normalmente possuem duas portas USB no painel frontal e eles costumam estar dispostos como um conector de 9 ou 10 pinos na placa mãe. Para conectá-las corretamente, como não há uma padronização, você precisa ter em mãos o manual da placa mãe.
A partir do painel frontal do gabinete, você encontrará oito fios relacionados com as portas USB e cada uma delas utiliza quatro fios e eles podem tanto vir em pares quanto separados para garantir compatibilidade entre modelos de placa mãe. Lembre-se que caso o gabinete possua mais (ou menos) do que duas portas USB frontais, esta quantidade de fios também será diferente.
Para facilitar seu trabalho, separe os fios em grupos. Abaixo, eles estão separados em 1 (VCC1, Data 1-, Data 1+ e GND1) e 2 (VCC2, Data 2-, Data 2+ e GND2).
Fios de duas entradas USB frontais
Em seguida, basta instalá-los nos conectores da placa mãe.
Exemplo dos conectores para USB em uma placa mãe
Estes pinos ao contrário dos que foram explicados anteriormente, não costumam ter seu lugar identificado na placa mãe e você precisará do manual para efetuar a conexão de forma correta.
Cabos USB devidamente conectados na placa mãe
No exemplo utilizado, eles seriam conectados nesta disposição (isto é apenas um exemplo, e varia conforme a placa!):
Conforme mostrado no manual, disposição dos pinos USB
Instalando microfones e alto-falantes
Os gabinetes mais novos, além dos botões e leds principais e portas USB costumam ter uma entrada de microfone e saída para fone de ouvido (ou alto-falante). O conjunto será composto por uma quantidade variando de sete a nove fios.
Abaixo, serão especificadas algumas dicas para facilitar seu trabalho na localização dos conectores e fios, porém a instalação destes cabos é um pouco mais complexa e você precisa do manual da placa mãe para saber exatamente o local no qual eles devem ser conectados.
Localize na placa mãe o local que contém os conectores corretos para esta função. Eles costumam estar identificados com a palavra “Audio” (no exemplo abaixo, “JAUDIO”). Se existirem "jumpers", pode ser necessário a remoção destes.
Conectores de áudio frontais em uma placa mãe
Então, você deve localizar os fios vindos do gabinete e observar a função de cada um deles (escrita nos conectores pretos em suas pontas). O restante é literalmente composto por conectar cada fio em seu respectivo conector na placa mãe, como indicado pelo manual. No exemplo utilizado, eles seriam conectados nesta disposição (isto é apenas um exemplo, e varia conforme a placa!):
Exemplo da disposição dos pinos para conectores frontais de audio em uma placa mãe

VÍRUS QUE TRANSFORMA ARQUIVOS EM ATALHOS

Em primeiro lugar você precisa remover o virus, que talvez até ja tenha sido removido. Depois,

No prompt do DOS (Ainda uso muito o DOS) digite:

cd\
dir *.
O comando acima mostra as pastas - Voce observará que algumas sumiram. As que sumiram viraram "falsos" atalhos. Então, você digita:

dir *.lnk [Enter], dir *.scr [Enter], etc
Os nomes dos falsos atalhos são os nomes das suas pastas. Anote e apague os falsos atalhos, digitando:
del *.lnk [Enter], del *.scr [Enter], etc

Agora é só remover os atributos "S" e "H" das pastas, digitando o seguinte:
attrib -s -r [Enter]

Infelizmente, no meu caso, o comando "attrib *.* -s -h [Enter]"não funcionou e, precisei remover o atributo das pastas, uma a uma.
Vírus que transforma documentos em atalhos, como reparar?

Soluções:

1. Esta solução foi proposta por Francisco Rodrigues
Em primeiro lugar você precisa remover o vírus, que talvez até já tenha sido removido.
Depois,

No prompt do DOS (Ainda uso muito o DOS) digite:

cd\
dir *.
O comando acima mostra as pastas - Você observará que algumas sumiram. As que sumiram viraram "falsos" atalhos. Então, você digita:

dir *.lnk [Enter], dir *.scr [Enter], etc
Os nomes dos falsos atalhos são os nomes das suas pastas. Anote e apague os falsos atalhos, digitando:
del *.lnk [Enter], del *.scr [Enter], etc

Agora é só remover os atributos "S" e "H" das pastas, digitando o seguinte:
attrib -s -h [Enter]

Infelizmente, no meu caso, o comando "attrib *.* -s -h [Enter]"não funcionou e, precisei remover o atributo das pastas, uma a uma.

2. Esta solução foi proposta por André
Você deve clicar com o botão direito no atalho e depois ir nas propriedade> atalhos. Assim, vai ver que o destino do arquivo esta com o nome errado. Ou seja, primeiro vem o nome do vírus. Você deve excluir o nome do vírus e deixar o nome do caminho correto.

3. Outra solução é proposta por Taborda
Você deve colocar um /S /D no começo do comando. Desta forma ele pegará todos os arquivos e pastas que você tiver na Raiz.

Isto é útil quando se tem arquivos no pen drive: agiliza bastante.
EX: F:\>attrib /S /D -s -h

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

CONTADOR DE VISITAS

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PROCESSADOR INTEL CORE I7

Introdução ao processador Intel Core i7




Core i7
O chip Intel Core i7 é o mais novo rebento de uma família de “gênios” da computação. O primeiro da linhagem foi o 4004, chip lançado em 1971 e usado numa das primeiras calculadoras eletrônicas. O 8008, de 1974, estreou num computador. Depois veio o Intel 8080, empregado num PC da IBM em 1982. Ainda nos “sobrenomes” de números, houve o 80286, depois o 80386 e o 80486. O “sobrenome” do Core i7 é Nehalem (o nome dado à arquitetura do chip).


Apesar de serem todos da família Intel, os chips são muito diferentes de uma geração para outra. A capacidade de processamento do Core i7 é tremendamente maior. Enquanto o 8080 tinha 6.000 transistores, o Core i7 tem 731 milhões deles.


Divulgação © Intel
Processador Intel Core i7


Em relação aos chips atuais, o Core i7 tem a vantagem de suportar três canais de memória. Isso gera um ganho de desempenho de 50% em relação à arquitetura com dois canais.


Cada núcleo de um i7 pode cuidar de duas tarefas (threads) ao mesmo tempo. Como ele tem quatro núcleos, o sistema operacional pensa que está trabalhando com oito núcleos.


Na próxima página vamos explicar como funciona a arquitetura Nehalem, que permite ao Core i7 ter tanta capacidade de processamento. Pode ser útil antes ler mais sobre Como funcionam os microprocessadores, que explica detalhadamente os chips de computador.








A arquitetura Nehalem
A arquitetura Nehalem, a base da família de processadores Core i7, é considerada pela Intel um dos maiores avanços dos últimos anos e faz parte da filosofia “tick-tock” da fabricante. Explicando: o “tick” foi a mudança do processo de fabricação de 65nm (nanômetros) para 45nm. A primeira família dessa geração foi chamada de Penryn. O “tock” é a Nehalem – o redesenho interno do chip. O próximo “tick” é uma nova redução no tamanho dos transístores, que terão 32nm.


Mas o que a torna tão especial, a ponto de arrancar suspiros dos apaixonados por tecnologia e até dos usuários mais fanáticos por desempenho?




Processador Intel Core i7


Antes de mergulhar nesse mar de bits, é importante entender um conceito fundamental. Quase todo processador pré-Nehalem possui um sistema de comunicação chamado FSB (Front Side Bus), ou barramento. Ele trabalha em uma frequência, medida em Mhz. Quando a CPU faz um pedido à memória (ei, cadê aquele cálculo que deixei aí?) via FSB, primeiro a requisição chega ao chamado North Bridge, um controlador próximo ao chip que faz a tradução do pedido para a memória. Depois o Bridge devolve a resposta, também decifrada, para o processador. Esse processo leva tempo (depende da freqüência de operação do FSB) e tornou-se um gargalo com a evolução das memórias, cada vez mais velozes.


Um dos maiores pulos do gato da nova arquitetura foi trazer o controlador da memória, o tal North Bridge, para dentro do chip. A concorrente AMD já havia feito isso em sua linha A64, mas cometeu alguns erros de design fatais. A Intel aprimorou o conceito e aposentou o FSB. Os Core i7 têm dois barramentos: um para ligar o processador à RAM e outro de entrada/saída, que faz a comunicação com os outros dispositivos do micro. Assim, o desempenho melhora por dois motivos. Primeiro, porque agora há caminhos independentes para o tráfego de dados. Depois, porque o acesso à memória ficou mais veloz, pois o chip não é mais obrigado a conversar antes com um controlador externo, o North Bridge.


O novo barramento se chama QuickPath Interconnect (QPI) e oferece dois caminhos (transmissão e recepção dos dados) para o chip se comunicar com outros dispositivos ou processadores – no caso de servidores com mais de um i7 instalado.


O controlador integrado suporta três canais de memória. Cada canal pode ser formado por um, dois ou três pentes de memória RAM no padrão DDR3, o único aceito. Em resumo, isso gera um ganho de desempenho de 50% em relação à arquitetura com dois canais (dois ou quatro pentes), como é hoje. A expectativa é que muitas placas-mãe para i7 tenham seis bancos (slots), ou seja, três canais. Com isso, um consumidor extremamente exigente poderá ter uma máquina com incríveis 12GB de memória (6 pentes de 2GB). O ideal é instalar três ou seis pentes no PC, para gerar o máximo de desempenho.


O desenho interno do processador também mudou. Os Core i7 são “single die” (blocos únicos). Dentro de cada bloco, ficam os quatro núcleos (cores), o controlador da RAM e a cache – uma memória de altíssimo desempenho junto aos núcleos. Há três níveis de cache. O L1 é separado para cada núcleo – 32KB para dados e 32KB para instruções, ou 256KB ao todo (64KB vezes 4). No nível seguinte (L2), há mais 256KB por núcleo, totalizando 1MB (1024KB). Por fim, o L3 de 8MB é compartilhado por todos.




Processador Intel Core i7


Essa hierarquia de memórias cache serve para agilizar o trabalho dos núcleos. As instruções mais urgentes vão para a L1. A L3 serve como uma cópia de segurança da L2, replicando os dados desta. Assim, se um núcleo precisa da mesma informação que outro, ele busca nessa biblioteca pública em vez de perder tempo fuçando na prateleira particular de outro core.
Outro recurso interessante é o “Turbo Boost”. Ele permite que cada núcleo ativo aumente sua freqüência de operação, em incrementos de 133Mhz por vez, até atingir o limite térmico e elétrico determinado. Isso funciona tanto para colocar o processador a todo vapor, como para ele economizar energia quando não há muito trabalho. A idéia é que as versões do i7 para notebooks sejam capazes de zerar o consumo dos núcleos desocupados.


Cada núcleo de um i7 pode cuidar de duas tarefas (threads) ao mesmo tempo. Assim, o sistema operacional pensa que está trabalhando com oito núcleos. Isso é especialmente útil com aplicativos desenvolvidos para dividir as tarefas entre eles.


Por fim, mudanças no modo como os núcleos tratam as instruções (as ordens dos aplicativos) permitem que os Core i7 processem, na maior parte do tempo, cinco comandos por ciclo, em vez de quatro dos antecessores.



domingo, 11 de setembro de 2011

Como Resetar a Bios do computador (Clear CMOS)

O procedimento para resetar a bios do computador é bem simples, basta procurar a bateria na placa mãe do computador, posteriormente, procurar dois ou três pinos _|_|_|_ e mudar a posição do jumper peça plastica, que liga os conectores. Geralmente perto destes contatos na placa mãe estara escrito CMOS. Vale apena lembrar tambem que este procedimento deve ser feito obrigatoriamente com o computador desligado da tomada, e deve se aguardar um tempo de 10 segundos com o jumper na posição inversa e posteriormente volta-lo para a posição antiga, caso contrario o computador não ira ligar. No vídeo a seguir isso tudo ficara mais claro:

EzHelp Manutenção de Computadores

EzHelp , especializada em assistência técnica de computadores e redes domésticas. Fazemos a manutenção preventiva, serviço de instalação de sistema, configuramos a sua máquina, melhorando o desempenho do seu computador montagem e manutenção de redes domésticas  . Nosso sucesso depende da satisfação de nosso cliente, é por isto, que estamos sempre atualizados, para que cada vez mais, possamos aprimorar o nosso serviço.Tel 11 2701-6000 ou 11 -6411-2285 ou Email servicosezhelp@yahoo.com.br, estamos situados em Vila Industrial SP, destinamos este blog para dicas de informatica, e auxiliar nos amigos, usuarios e tecnico de informatica a informações e dicas do mundo da informatica e seus seguimentos.
A manutenção do seu computador, poderá ser feita no próprio local (dependendo do problema), propiciando comodidade ao cliente.